A defesa dos direitos à saúde e a salvaguarda jurídica do núcleo familiar em momentos críticos exigem atuação célere e especializada contra recusas contratuais de operadoras e planos de saúde no custeio de procedimentos cirúrgicos, medicamentos de alto custo e tratamentos de alta complexidade.
Paralelamente, a estruturação de diretivas antecipadas de vontade (testamento vital), curatela preventiva e o suporte jurídico para regimes de internação domiciliar (home care) asseguram a dignidade do paciente e evitam a desorganização patrimonial da família.
Trata-se de integrar a proteção jurídica da saúde e da vida do paciente à segurança patrimonial e sucessória da família.