A condução estratégica de passivos tributários de expressiva repercussão econômica demanda atuação simultânea em transações tributárias individualizadas perante a PGFN e defesa contenciosa contra medidas constritivas sobre o caixa e os bens dos sócios.
No âmbito do TRF3 e dos Tribunais Superiores, a defesa técnica foca na desconstituição de redirecionamentos arbitrários e de Incidentes de Desconsideração da Personalidade Jurídica (IDPJ), preservando a separação patrimonial entre pessoa jurídica e família.
A revisão técnica do rating de capacidade de pagamento (CAPAG) e a substituição estruturada de garantias viabilizam a regularidade fiscal sem descapitalização operacional.